sábado, 15 de outubro de 2011

AUTOCRÍTICA

INTEGRAÇÃO DAS MÍDIAS AO PROJETO DIDÁTICO

Cursista: Maria Edilene Silva da Silva

Vivemos hoje, na era da imagem e do som e uma nova postura na forma de ensinar precisa ser revista pela escola que esta preocupada em formar pessoas ativas, seres humanos hábeis para construir seus próprios conhecimentos, utilizando a linguagem audiovisual de forma critica.
Como educadora já desenvolvi alguns trabalhos com ajuda das mídias em busca de melhorar o meu fazer pedagógico, tornando as aulas mais atrativas para os alunos.
Todavia de todas as experiências relacionadas à mídia, e com o resultado alcançado satisfatório, quero destacar o projeto “Conhecendo nossa Cidade”.
Quando fiz Especialização em Tecnologia Educacional, a conclusão do curso era a produção de um  CD-ROM. E meu projeto foi sobre minha cidade “Manacapuru- A Princesinha do Solimões”. O CD-ROM foi composto com 175 telas no programa Director MX, sobre a cidade de Manacapuru com Menu, textos, fotografias, saiba mais, links e etc.
O projeto foi desenvolvido com os alunos no ambiente de mídia, os pontos positivos foram à aceitação pelos alunos que chamava muita a atenção, já que poderiam aprender sobre nossa cidade utilizando o CD-ROM para as leituras, pois, os livros didáticos sobre o município são raros e desatualizados.
O ponto negativo era  que as máquinas já tinham alguns anos e precisava juntar as crianças para desenvolver as atividades, já que só restavam cinco computadores funcionando.
Diante dessas dificuldades encontradas, procuramos a o gestor da escola, mas infelizmente o problema não foi resolvido por falta de recursos financeiros, deixando assim o projeto sem alcançar todos os objetivos desejados.
Mas, como todo professor e projeto precisar ter o plano B, para não deixar o projeto de lado, fiz a impressão de algumas telas e assim continuamos o desenvolvimento do mesmo.
Trabalhar com projeto principalmente quando usamos as TICs, é uma maneira de facilitar as atividades, a participação dos alunos no seu processo de produzir, trocar informações e construir conhecimentos de forma satisfatória.
Todavia, precisamos incentivar e valorizar o uso das mídias nas escolas seja no ambientes de mídias, como TV Escola, Sala de informática conectada a Internet ou até mesmo nas mídias mais simples existentes na escola.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Mídia

CONCEPÇÕES DE APRENDIZAGEM



O desafio dos docentes em ensinar, sempre foi um ato complexo e exige domínio não só do assunto a ensinar ou sobre como ensinar, mas essencialmente clareza por parte do profissional sobre quais são as concepções pedagógicas que norteiam sua prática pedagógica ao ministrar as aulas. Estabelecendo sempre, as relações interpessoais com os educandos, de modo que o processo de ensino-aprendizagem seja articulado e que os métodos utilizados cumpram os objetivos a que se propõem.
 Ao longo da história educacional as concepções foram evoluindo e as dividiram em: as Pedagogias Liberais (Tradicional, Renovada e Tecnicista) e as Pedagogias Progressistas (Libertadora, Libertária e Crítico–Social dos Conteúdos), dentre as quais algumas colocaram como seu maior objetivo o refletir, o pensar, o papel do professor e do aluno, os métodos de ensino, os objetivos educacionais, os materiais a ser utilizado em sala de aula.


Nas pedagogias Liberais a preocupação se centra nas teorias do ensino e o problema fundamental se traduzia pela pergunta “como ensinar”, cuja resposta consistia na tentativa de se formular métodos de ensino.
Já nas Progressistas a ênfase é nas teorias da aprendizagem e o problema fundamental se traduz pela pergunta “como aprender”, o que levou ao lema “aprender a aprender”.
O ato de aprender ou a aprendizagem pode ser definido como o processo de como os seres adquirem novos conhecimentos, desenvolvem competências e mudam o comportamento e sucesso na sala de aula esta  na fundamentado na relação que o  professor mantém com o aluno.

Os educadores atualmente buscam se fundamentar numa concepção sócio-interacionista, que é uma tendência relacionada a estudiosos como: Vygotsky, Piaget, Emilia Ferreiro, entre outros.
Esta abordagem preocupa-se em garantir aos seus alunos as possibilidades do desenvolvimento intelectual, sócio-emocional e psicomotor, e a aquisição do conhecimento é entendida como um processo de construção contínua do ser humano em sua relação com o meio. Nessa abordagem a função do professor é de orientador, incentivador, mediador, viabilizador do processo de ensino-aprendizagem.

Quanto ao erro na construção do conhecimento do aluno, é essencial que o professor converta o erro em fonte de conhecimento, tornando a atividade um processo significativo de aprendizagem, não enfatizando o erro ao aluno, mas, mostrando como superá-lo.
O erro do aluno deve ser para o educador um indicador de onde precisa-se de ajuda  para chegar ao acerto.Segundo  Werneck ‘ Os erros devem ser corrigidos, no entanto, o mais importante é o acerto e esse precisa sempre ser chamado a atenção para que fique bem fixado na mente dos educando’.
Toda ênfase precisa ser dada aos acertos e deixar de lado os destaques aos erros. Ocorre que, sempre queremos marcar, grifar, ou seja, evidenciar o erro, principalmente as palavras erradas. No entanto, esse modelo de ‘‘correção’’  e ‘’avaliação’’ precisa ser repensada e modificada pelos educadores.



Assim, um educador compromissado com o processo ensino-aprendizagem, sempre refletirá sobre sua metodologia, suas avaliações e suas praticas pedagógicas, com o objetivo de estimular a aprendizagem, a motivação e a reciprocidade, contribuindo na formação de alunoscomo ser consciente, ativo, autônomo, participativo e agente crítico transformador de sua realidade.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011