terça-feira, 14 de junho de 2011

Frases

OS DIAS PASSAM DEPRESSA, COMO O VENTO SOBRE A AREIA DO MAR,
DOIS DELES NÃO MIM INTERESSAM:
O ONTEM QUE JÁ SE FOI E O AMANHA QUE EU NÃO SEI SE CHEGA.
POR ISSO PRECISO VALORIZAR O HOJE.
Jorge Costa

Frase da Semana

Todos os dias, quando acordo, vou correndo tirar a poeira da palavra AMOR... Clarice Lispector

sábado, 4 de junho de 2011

Mensagem

O FOLHETO!


Todos os domingos à tarde, depois da missa da manhã na igreja, o
velho padre e seu sobrinho de 11 anos saíam pela cidade e entregavam folhetos sacros.

Numa tarde de domingo, quando chegou à hora do padre e seu sobrinho saírem pelas ruas com os folhetos, fazia muito frio lá fora e também chovia muito. O menino se agasalhou e disse:

-Ok, tio padre, estou pronto. '

E o padre perguntou:

-'Pronto para quê?':

-'Tio, está na hora de juntarmos os nossos folhetos e sairmos. '

O padre respondeu:


-'Filho, está muito frio lá fora e também está chovendo muito. '

O menino olhou surpreso e perguntou:

-'Mas tio, as pessoas não vão para o inferno até mesmo em dias de chuva?'

O padre respondeu:

-'Filho, eu não vou sair nesse frio. '

Triste, o
menino perguntou:

-'Tio, eu posso ir? Por favor!'

O padre hesitou por um momento e depois disse:

-'Filho, você pode ir. Aqui estão os folhetos. Tome cuidado, filho. '

-'Obrigado, tio!'

Então ele saiu no meio daquela chuva. Este menino de onze anos
caminhou pelas ruas da cidade de porta em porta entregando folhetos sacros a todos que via.

Depois de caminhar por duas horas na chuva, ele estava todo molhado, mas faltava o último folheto. Ele parou na esquina e procurou por alguém para entregar o folheto, mas as ruas estavam totalmente desertas. Então ele se virou em direção à primeira casa que viu e caminhou pela calçada até a porta e tocou a campainha. Ele tocou a campainha, mas ninguém respondeu. Ele tocou de novo, mais uma vez, mas ninguém abriu a porta. Ele esperou, mas não houve resposta.

Finalmente, este soldadinho de onze anos se virou para ir embora, mas algo o deteve. Mais
uma vez, ele se virou para a porta, tocou a campainha e bateu na porta bem forte. Ele esperou, alguma coisa o fazia ficar ali na varanda. Ele tocou de novo e desta vez a porta se abriu bem devagar.
De pé na porta estava uma senhora idosa com um olhar muito triste. Ela perguntou gentilmente:

-'O que eu posso fazer por você, meu filho?'

Com olhos radiantes e um sorriso que iluminou o mundo dela, este
pequeno menino disse:

-'Senhora, me perdoe se eu estou perturbando, mas eu só gostaria de dizer que JESUS A AMA MUITO e eu vim aqui para lhe entregar o meu último folheto que lhe dirá tudo sobre JESUS e seu grande AMOR. '

Então ele entregou o seu último folheto e se virou para ir embora.
Ela o chamou e disse:

-'Obrigada, meu filho!!! E que
Deus te abençoe!!!'

Bem, na manhã do seguinte domingo na igreja, o Padre estava no altar, quando a missa começou ele perguntou:

- 'Alguém tem um
testemunho ou algo a dizer?'

Lentamente, na última fila da igreja, uma senhora idosa se pôs de pé.
Conforme ela começou a falar, um olhar glorioso transparecia em seu rosto.

- 'Ninguém me conhece nesta igreja. Eu nunca estive aqui. Vocês sabem antes do domingo passado eu não era cristã. Meu marido faleceu a algum tempo deixando-me totalmente sozinha neste mundo. No domingo passado, sendo um dia particularmente frio e chuvoso, eu tinha decidido no meu coração que eu chegaria ao fim da linha, eu não tinha mais esperança ou vontade de viver.

Então eu peguei uma corda e uma cadeira e subi as escadas para o sótão da minha casa. Eu amarrei a corda numa madeira no telhado, subi na cadeira e coloquei a outra ponta da corda em volta do meu pescoço.
De pé naquela cadeira, tão só e de coração partido, eu estava a ponto de saltar, quando, de repente, o toque da campainha me assustou. Eu pensei:

-'Vou esperar um
minuto e quem quer que seja irá embora. '

Eu esperei e esperei, mas a campainha era insistente; depois a pessoa que estava tocando também começou a bater bem forte. Eu pensei:

-'Quem neste mundo pode ser? Ninguém toca a campainha da minha casa ou vem me visitar. '

Eu afrouxei a corda do meu pescoço e segui em direção à porta,
enquanto a campainha soava cada vez mais alta.

Quando eu abri a porta e vi quem era, eu mal pude acreditar, pois na minha varanda estava o menino mais radiante e angelical que já vi em minha vida. O seu SORRISO, ah, eu nunca poderia descrevê-lo a vocês! As palavras que saíam da sua boca fizeram com que o meu coração que estava morto há muito tempo SALTASSE PARA A VIDA quando ele exclamou com voz de querubim:,

-'Senhora, eu só vim aqui para dizer QUE JESUS A AMA MUITO. '

Então ele me entregou este folheto que eu agora tenho em minhas mãos.

Conforme aquele anjinho
desaparecia no frio e na chuva, eu fechei a porta e atenciosamente li cada palavra deste folheto.

Então eu subi para o sótão para pegar a minha corda e a cadeira. Eu não iria precisar mais delas. Vocês vêem - eu agora sou uma FILHA FELIZ DE DEUS!!!

Já que o endereço da igreja estava no verso deste folheto, eu vim aqui pessoalmente para dizer OBRIGADO ao anjinho de
Deus que no momento certo livrou a minha alma de uma eternidade no inferno. '

Não havia quem não tivesse lágrimas nos olhos na igreja.
o Velho Padre desceu do altar e foi em direção a primeira fila onde o seu anjinho estava sentado. Ele tomou o seu sobrinho nos braços e chorou copiosamente.

Provavelmente nenhuma igreja teve um momento tão glorioso como este.

Bem aventurados são os olhos que vêem esta mensagem. Não deixe que ela se perca, leia-a de novo e passe-a adiante.

Lembre-se: a mensagem de
Deus pode fazer a diferença na vida de alguém próximo a você.

Por isso...

- Me perdoe se eu estou perturbando, mas eu só gostaria de
dizer que JESUS TE AMA MUITO e eu vim aqui para lhe entregar o meu último folheto.   

sábado, 14 de maio de 2011

SE NÃO HOUVER O AMANHÃ

Se eu soubesse que essa seria a última
 vez que eu veria você dormir,
 eu  o aconchegaria mais apertado,
 e rogaria ao Senhor que o protegesse.
Se eu soubesse que essa seria a última
 vez que veria você sair pela porta,
 eu o abraçaria, beijaria , e o chamaria  de volta, para
abraçá-lo e beijá-lo uma vez mais.

Se eu soubesse que essa seria a
 última vez que ouviria sua voz
em oração, eu filmaria cada gesto,
 cada palavra sua, para que eu pudesse
ver e ouvir de novo, dia após dia.

Se eu soubesse que essa seria a última vez,
eu gastaria um minuto extra,ou dois,
 para parar e dizer: "Eu te amo", ao invés de assumir
que você já sabe disso.

Se eu soubesse que essa seria
 a última vez, eu estaria ao seu lado,
partilhando do seu dia, ao invés de pensar:
 "Bem, eu tenho certeza
que outras oportunidades virão,
 então eu posso deixar passar esse dia,
pois, "é claro," que haverá um amanhã
 para se fazer uma revisão, e
nós teremos uma segunda chance
 para fazer as coisas da maneira correta.
"É claro" que haverá um outro dia
para dizermos um ao outro: "Eu
te amo" e certamente haverá uma nova
 chance de dizermos um para o
outro: "Posso te ajudar em alguma coisa?".

Mas, no caso de eu estar errado,
 e hoje ser o último dia que
temos, eu gostaria de dizer o quanto eu amo você,
e espero que nunca nos esqueçamos disso.
O dia de amanhã não está prometido
para ninguém, jovem ou velho,
e hoje pode ser sua última chance
de segurar bem apertado a pessoa que
você ama. Se você está esperando pelo amanhã,
 por que não fazer hoje?
Porque se o amanhã não vier, você com certeza se arrependerá pelo resto de sua
vida por não ter gasto aquele tempo
 extra num sorriso, num abraço, num
beijo, porque estava "muito ocupado"
para dar à pessoa amada o que ela queria.
Então, abrace o seu amado,
 a sua amada hoje bem apertado.
Sussurre nos seus ouvidos,
dizendo o quanto o ama e o
quanto o quer junto
de você. Gaste um tempo para dizer:
 "Me desculpe", "por favor, me
perdoe", "obrigado", ou ainda:
"Não foi nada, está tudo bem".
 Porque se o amanhã jamais chegar,
 você não terá que se arrepender pelo dia de hoje.

Baseia-se em um  poema de Norma Cornett Marek